Com a “carne mais nobre do mundo”, uma raça de gado japonês ganha cada vez mais fãs no prato e no pasto dos brasileiros. Em capitais como São Paulo, o quilo da carne do boi Wagyu pode chegar a custar R$ 600 e atende a demanda do mercado da alta gastronomia.

Enquanto um animal de 700 quilos de raças convencionais custa em torno de R$ 3.200, um Wagyu é negociado em torno de R$ 7.000. É um bom dinheiro. Mas no fim do ciclo, quando infelizmente o animal segue para o abate e dali para os açougues, o criador tem um retorno de no mínimo 40% sobre o investimento realizado.

Não é por acaso que esse gado é tão bem tratado. Segundo os criadores, metade da qualidade da carne depende da genética do animal e metade do tratamento. No Japão, por exemplo, o boi bebe cerveja, ouve música clássica e até recebe massagem. Aqui no Brasil, as regalias são menores. Até os oito meses, eles se alimentam com o leite das vacas e recebem uma quantidade de ração que aumenta conforme seu peso.

Fonte: Estadão

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